Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

domingo, 15 de fevereiro de 2009

DURA VIDA!


Na claridade amena do sol
realça a escuridão da vida.
O coração bate apressado
ou quase deixa de bater.
A cabeça dói.
O pensamento não pára
no verdadeiro amor
por causa de um amor
que nunca foi verdadeiro…
Ou talvez… alguma vez…
tenha sido.
Quem poderá saber… ao certo…
o que vai
no coração humano!
Às vezes, nem sequer sabemos
a razão porque sentimos
a imensa dor que sofremos.
E quer queiramos, quer não,
é nesta dura vida que vivemos.

3 comentários:

Poemas Novos disse...

É a mais sensata verdade do ser humano. parabéns!!!

Betânia Lisboa disse...

Olá tudo bem?
Seus poemas são lindos.
Parabéns.

Mariz disse...

Salvé querida amiga do coração.
Estou em falta mas vou explicar:
1º - tive um problema dos grandes a nível familiar
2º - a minha mãe piorou
3º - no dia em que me ligou estava lavada em lágrimas nem conseguia falar e depois de ter tomado um SOS que é raríssimo, caí para o lado e adormeci.
4º - o tsunami ainda está activo...embora perdesse um pouco da força
5º - este poema é a grande certeza

Beijos meus e grata por tudo
Sempre...
Mariz