Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Faz tempo



Faz tempo
Que o tempo não me dá
Uma noite sem sono,
Uma noite de silêncio e paz
Que me abrase a alma
Encha o coração
E dê alento à vida!

Pedaço de vida... tão só...
E tão maravilhosamente
Acompanhada,
Onde a ternura do Amor
Envolva todo o meu ser
Num luminoso sol
De felicidade
Que me faça lembrar
Outras noites de ventura.

Hoje, neste momento...
Não sei porquê...
Eu não sei porque
Me apetece
Viver tão intensamente
Esta noite!...

Talvez...
Talvez porque
Mais do que nunca,
Tenho sede de viver
E uma vontade imensa
De Te(me) abraçar
Sofregamente!

Assim enlevada
No meio de tanta tortura
Sentida...
Esta noite
Encantada
Parece mais um dos milagres
Daquele AMOR
Que me preenche
Tão docemente a vida.

Para quando… meu AMOR!...
Uma outra noite assim vivida!...

2 comentários:

neo-orkuteiro disse...

Faz Tempo é um brinde a mais ao leitor que sabe por experiência própria do que fala seu poema, que tem maturidade suficiente para compreender a expressão "faz tempo" como representando um tempo longo.
Ao leitor sem essa experiência e sem essa maturidade, ainda fica um texto muito bem escrito, cujo teor só pode ser imaginado, à falta de referentes pessoais.
Estou no primeiro caso.
E faz um certo tempo já que aqui não venho apreciar-lhe a produção blogada.
Deixo um afetuoso abraço a você, Hermínia, que foi a primeira comentarista em meu Bonde. Isso também faz um certo tempo.

Jacky - Simples assim!!! disse...

é muito lindo este poema.
bjos