Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Dura vida




Na claridade amena do sol
realça a escuridão da vida.

O coração bate apressado
ou quase deixa de bater.

A cabeça dói.

O pensamento não pára
no verdadeiro amor
por causa de um amor
que nunca foi verdadeiro…

Ou talvez… alguma vez…
tenha sido.
Quem sabe… ao certo… o que vai
no coração humano!

Às vezes,
nem sequer sabemos
a razão porque sentimos
a imensa dor que sofremos.
E quer queiramos,
quer não,
é nesta dura vida que vivemos.