Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Dura vida




Na claridade amena do sol
realça a escuridão da vida.

O coração bate apressado
ou quase deixa de bater.

A cabeça dói.

O pensamento não pára
no verdadeiro amor
por causa de um amor
que nunca foi verdadeiro…

Ou talvez… alguma vez…
tenha sido.
Quem sabe… ao certo… o que vai
no coração humano!

Às vezes,
nem sequer sabemos
a razão porque sentimos
a imensa dor que sofremos.
E quer queiramos,
quer não,
é nesta dura vida que vivemos.

1 comentário:

Mariz disse...

MInha amiga querida

A dor que sentimos e reportando-me aos últimos versos, não é mais do que a dor que a alma sente perante qualquer desvio que provocamos pela personalidade que somos e que damos mais atenção a ela do que é a nossa Essência - Consciência!
O nosso hábito de fazer quase tudo que não ao encontro da Divindade, faz com que a dor se firme!
E não há maneira de aprendermos!!!

Vim até aqui a ete post, porque há por aí gente muito cusca que anda em autênticos ralys pela net lendo tudo que escrevo para depois dizerem mal...é o costume.
Todos aqueles que se desviam um pouco do normal da anormalidade que é o ser humano que não sabe QUEM é, nem de Onde vem, qualquer outro - ou outra neste caso - é sempre alvo de escárnio, desprezo...

Mas isso já me afectou mais agora nem tanto....
fico com pena e pensando como as Leis Universais funcionarão depois, para com toda essa gente! Temo por eles até!
Porque não é só pelas acções que praticam, mas sobretudo pelos pensamentos que têm!
E a Mãe Natureza é disso um exemplo, porque já nem consegue respirar direito, tal é a vibração maligna que anda por aí!

Abraço meu sentido e fechado de sempre
(E)ternamente...
Mariz