Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

segunda-feira, 29 de março de 2010

MINHA PÁTRIA, MEU PAÍS!


Ciosa de quanto vale
O viver neste cantinho
Resolvi correr o mundo
E voltar para o meu ninho…
Sonhando que ia encontrar
Minha Pátria, meu País,
Livre de toda a maldade
E imensamente feliz!

Senti saudades sem fim
Desta Pátria, minha amada,
Luz esplendorosa da Europa
Pelo Atlântico bafejada,
Que há um século se encontra
Pela República governada!

Voltei!
Seus campos e montes
Floridos a flamejar
Clamavam bem alto às fontes
Que os fossem refrescar!...

Os animais doloridos
Gementes de dor e medo
Saltitavam pelos prados
Como a sair de um degredo!...

Os homens e as mulheres,
Sem saber como viver
Em surdina, num lamento
Solicitavam ao vento
Que os viesse socorrer!...

Meio tonta e baralhada
Sofrida e com ansiedade
Murmurei-lhe com carinho
E muita serenidade:
“Minha Pátria, meu País!
Ó terra que tanto amo
Ó terra que tanto amei
Encanto da natureza…
Levanta do mar as velas!
Lança ao ar teus aviões!
Realça a tua grandeza
O ardor da tua gente
E tenta encontrar teu rumo…
Responde ao querer do teu povo…
Levanta os olhos ao céu
Coloca o joelho em terra
E serás grande… de novo!”

Poema exclusivamente escrito e enviado ao concurso de poesia da Biblioteca Municipal de Vale de Cambra para o Dia da Poesia 2010

sábado, 6 de março de 2010

O Homem


O que cada homem é transcende o seu próprio conhecimento, e todo o homem que julga conhecer-se em toda a sua plenitude já perdeu toda a razão do Ser Humano, pois limitou-se apenas à sua humanidade e racionalidade.