Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

domingo, 9 de maio de 2010

Amar!


Quanto mais aprofundo a amor
que sinto na alma
menos compreendo o que é o amor.
Eu não sei o que é amar!
É… talvez… beijar
o espinho de uma rosa,
o cravo de uma cruz,
sorver o vento tempestuoso
de uma manhã de nevoeiro,
perder o calor suave
de um dia de soalheiro,
perder
na inquietude dos outros
a satisfação pessoal
e deixar-se matar
quando afinal
na vida
tudo é razão,
mas nada do que se faz,
é visto de bom grado
pelo irmão.