Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

domingo, 9 de maio de 2010

Amar!


Quanto mais aprofundo a amor
que sinto na alma
menos compreendo o que é o amor.
Eu não sei o que é amar!
É… talvez… beijar
o espinho de uma rosa,
o cravo de uma cruz,
sorver o vento tempestuoso
de uma manhã de nevoeiro,
perder o calor suave
de um dia de soalheiro,
perder
na inquietude dos outros
a satisfação pessoal
e deixar-se matar
quando afinal
na vida
tudo é razão,
mas nada do que se faz,
é visto de bom grado
pelo irmão.

2 comentários:

Poemas Novos disse...

Quanto tempo não passo por aqui...
Mas hoje me sinto feliz...
É sempre bom ler suas escrituras...

KrystalDiVerso disse...

O Amor não acontece quando o espaço é exíguo!... Talvez o Amor necessite de uma certa pureza nas almas distantes!... Os tempos do nosso tempo fogem de ´nos como se fujissem de nossa Alma e este chorasse o Amor sem solução!... Todo o espaço é aproveitado para respirar e quando o Amor acontece, de uma forma que não se explica nem se compreende, experimenta-se uma sensação profunda de "algo" que se estranha!... Talvez por não compreender-se esse sentimento, a prioridade continua sendo o respirar a poluição da sobrevivência a qualquer custo, ignorando a salvação do Homem!... O Amor!




Bom fim de semana




Escolha entre... beijos e abraços