Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quinta-feira, 22 de julho de 2010

BORRACHÃO E BORRACHEIRA


Num dos países africanos um jipe corre apressado pela floresta quando, de repente, aparece um elefante desvairado no centro da via. O condutor põe o pé no travão, sai do trilho e, deslizando por entre a manada, deixa que o veículo choque no tronco de uma enorme borracheira, onde permanece, imóvel, olhando o estrago dos farolins!...
Então, enquanto os elefantes vão fugindo, espavoridos, bebe mais uma cervejinha... mas num repente, arrastando calmamente os pés entorpecidos, entre o risonho e o cambaleante, apressa-se a levantar do chão um enorme chifre... graças... já se vê… à desmedida potência e incontrolada ousadia da sua inusitada “borracheira”.
Acontecimento único... pois como o pachorrento encontro de um “borrachão” com uma borracheira acabou em marfim... nem dá para acreditar!...

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