Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

sábado, 10 de julho de 2010

Desertos!...



São tantos os afazeres, os problemas, as amarguras e sofrimentos de quem me rodeia e que se fundem com os meus, que me sinto embaralhada e sem saber por onde enveredar. Não admira nada que TU, meu amigo de todos os segundos, no meio de tudo… e a ver tudo muito melhor do que eu… fugisses tantas vezes para o deserto… do mundo… pois fugir para o deserto silencioso é a única forma de nos encontrarmos com o oásis da vida, que buscamos ansiosos na confusão do mundo, inutilmente.

2 comentários:

Talles Azigon disse...

oh como é necessário o deserto pessoal para nossa fuga diária, mas necessário ainda é retornar

Vieira Calado disse...

Olá, Hermínia!

Neste dia de tanto calor

desejo-lhe

a sombra fresca dum árvore!

Beijoca