Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

domingo, 25 de julho de 2010

Murmúrios no silêncio!

O tempo está cinzento
a ria calma
mas os turbilhões da incerteza
saturam por demais
o coração dentro da alma.

Aqui,
até as gaivotas são escassas,
e os poucos passarinho
que planam calmamente
passam despercebidos
a quase toda a gente.

A noite,
foi longa e mal dormida
com tanto rumor de carros
e tanta porta batida!...

Na maré baixa e águas calmas…
uma pequena embarcação
prestes a arrancar
de gente cheia,
lembra o Teu andar
no Mar da Galileia!...

Os pescadores
vão lançando as canas
a convidar os peixes a subir…
mas obstinados…
eles teimam em fugir.

Puxa vida
para tanta teimosia…
do pescador que não arreda pé
e do peixe que não sai da água fria.

Que persistência
a dos pacatos pescadores…
têm tanta paciência
que até causa horrores!...
porque a multidão de peixe que há na ria,
não aceita querer sair da água fria.

E muitos pescadores continuam a chegar
para a pesca por aqui continuar.
E sempre alegres e sem desanimar
vão lançando o anzol á espera de pescar.
Este é um exemplo a seguir,
a imitar,
por quem vive como eu
ligado ao Teu lidar.

1 comentário:

gorhomtla disse...

Mensagem um pouco descoberta. Mas ha qualidade nessa escrita