Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quinta-feira, 29 de julho de 2010

SEJAMOS VIDA!


A vida do homem mede-se pela compreensão, dedicação e amor que brote de todo o palpitar do seu coração. Assim, e para que haja vida, olhemo-nos profundamente para que de nós possamos retirar tudo quanto possa fazer de nós cadáveres ambulantes.
Quando se fala de vida quer-se suprimir, evitar, erradicar a morte e tudo que leve à morte… a morte que se apresenta na frente dos nossos olhos com o desaparecimento da pessoa que escondemos na terra.
Quantos cuidados, e pertinentes… com o evitar desta morte física!!! Mas tanto desprezo pelo evitar da outra morte… que é bem pior que esta: a deslealdade, a mentira, a calúnia, o desprezo, a arrogância, a prepotência, a irresponsabilidade, a falsidade, a avareza, a usurpação, a hipocrisia… tanto ódio que mata e destrói!
Abramos nos nossos olhos de seres humanos que somos, cada vez mais responsáveis pela continuação da vida do universo… e sejamos vida!

1 comentário:

Anónimo disse...

Obrigado por intiresnuyu iformatsiyu