Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O Padroeiro dos Acólitos


São Tarcísio, que por vários factores podemos concluir que, provavelmente, era um acólito”, celebra-se no dia 4 de Agosto e é padroeiro dos acólitos. Ele que amava muito a Eucaristia, em tempo de perseguição deu a vida para proteger a Hóstia Consagrada que transportava consigo para levar a outros irmãos e irmãs que o esperavam. Ele pensava que por ser novinho a Eucaristia, com ele, estava mais segura. Mas um dia, um grupo de rapazes quis ver o que ele levava e ele não deixou. Houve luta dura, mesmo espancado não cedeu, morreu para para defender a Eucaristia, sendo sepultado nas Catacumbas de São Calisto.
Bento XVI, evocou o nome e vida de São Tarcísio na Praça de São Pedro, perante cerca de 53 mil jovens na Peregrinação Europeia dos Acólitos, e dirigiu-se-lhes para dizer que “que a Eucaristia é “um bem precioso, um tesouro cujo valor não se pode medir, é o Pão da vida, é o próprio Jesus que se faz alimento, sustento e força para o nosso caminho de cada dia e estrada aberta para a vida eterna; é o maior dom que Jesus nos deixou”.”
“Segundo Bento XVI, uma “bela tradição oral” conta que “junto do corpo de São Tarcísio não foi encontrado o Santíssimo Sacramento, nem nas mãos, nem entre as suas vestes. Explica-se que a partícula consagrada, defendida com a vida pelo pequeno mártir, tornara-se carne da sua carne, formando assim com o seu próprio corpo uma única hóstia imaculada ofertada a Deus”.”
O Santo Padre enalteceu o trabalho dos Acólitos, que estão bem perto do altar e devem crescer na amizade verdadeira e profunda com o Senhor, tal como São Tarcísio, servindo o altar com generosidade e muito amor a Jesus presente na Eucaristia.
E o Santo Padre continuou: “Toda vez que vocês se aproximam do altar, têm a sorte de auxiliar o grande gesto de amor de Deus, que continua a querer se doar a cada um de nós, a estar perto, a ajudar, a dar forças para viver bem.”
Segundo o Papa, os acólitos têm a sorte de viver próximos do “indizível mistério” em que “aquele pequeno pedaço de pão”, com a consagração, “torna-se Corpo de Cristo”, e “o vinho torna-se Sangue de Cristo”.
Bento XVI pediu “amor, devoção e fidelidade” no desempenho da tarefa do acolitado. Insistiu em que não se deve participar da celebração “com superficialidade”, mas com um cuidadoso preparo interior.
Os acólitos colaboram para que Jesus “possa estar mais presente no mundo, na vida de cada dia, na Igreja e em cada lugar”.

Que maravilha poder ser Acólito... à maneira de São Tarcísio, neste Ano de Missão!

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