Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Boas Festas!



Boas Festas!...

Nesta quadra natalícia as bocas abrem-se incessantemente para desejar "Um Natal Feliz e um Próspero Ano Novo" - que já é muito mais que o simples "Boas Festas"!

Há festas todo o ano... contudo... esta é a festa das festas, pelo sentido profundo que pode dar às vidas de quem se aventurar a querer viver, ininterruptamente, em espírito natalício, em que a solidariedade e partilha do que se é e do que se tem, a compreensão e auto-compreensão, a estima e auto-estima, o crescer constante como pessoa que engloba todo o ser humano corporal e espiritual, sejam uma constante!

Há que abandonar, aos pouquinhos, o natal dos grandes presentes e preparar, para todos, principalmente para os familiares e amigos mais íntimos, os verdadeiros presentes de Natal expressos nas mais pequeninas lembranças a afirmar, sim, coerentes e sinceros desejos de Paz e Amor sem barreiras nem limites - a base fundamental de uma boa saúde, tanto do corpo como do espírito.

Dinheiro e riqueza palpáveis com as nossas frágeis mãos... não são o mais importante da vida!

Um Santo e Feliz Natal cheio de tudo quanto for melhor para cada pessoa que roda por este planeta na louca correria do tempo... até que a vida se fine... como se deseja... numa eternidade feliz!

Texto retirado do blogue: Um outro lado de vida
http://umoutroladodevida.blogspot.com

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Esta noite


Esta noite foi muito especial.
Reuniram-se inúmeros amigos
á volta de um mesmo amigo
que nos une a todos
de uma forma especial e misteriosa.

Foi tão lindo,
tão profundo e tão bom,
que encheu o peito,
a alma e o coração!

Ouvi a voz dos anjos ao meu lado
e entoamos assombrosas melodias,
entre meigos sorrisos e doces alegrias.

No pequeno templo…
da magnitude da beleza requintada
desprendi os meus olhares
da esbelta talha dourada
para me prender nos encantos
das imagens exibidas, daqueles santos
que tal como eu, em tempos idos,
galgaram montes, estradas e caminhos
para das rosas retirar duros espinhos
e fazer do mundo um jardim belo e florido
onde o amor e o perdão tenham sentido.

E lá… numa minúscula casinha
escondido
deixamos o amiguinho
muito querido…
amiguinho que ali ficou e saiu com todos nós
pedindo-nos as mãos, os pés, o corpo, a voz
e ofertando a cada um harmonia e paz
companhia, misericórdia, redenção,
a felicidade do amor e do perdão.