Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DURA VIDA!



Na claridade amena do sol
realça a escuridão da vida.
O coração bate apressado
ou quase deixa de bater.
A cabeça dói.
O pensamento não pára
no verdadeiro amor
por causa de um amor
que nunca foi verdadeiro…
Ou talvez… alguma vez…
tenha sido.
Quem sabe… ao certo… o que vai
no coração humano!
Às vezes, nem sequer sabemos
a razão porque sentimos
a imensa dor que sofremos.
E quer queiramos,
quer não,
é nesta dura vida que vivemos.

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