Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quarta-feira, 30 de março de 2011

O casamento


Casamento… é coisa muito séria!

Não é de um dia – é de uma vida!

Sobre o que existe – vai-se construindo!

Se não formos inovadores como crianças – o casamento morre!

Se tivermos ideias feitas – definha!

Se não brincarmos – arrefece!

Se abusarmos – queima!

Se não partilharmos – desune-se!

Se nos abrirmos demais – perde o interesse!

Se nos distrairmos – perdemos a corrida!

Se estivermos atentos demais – criamos ciúmes doentios!

Se estivermos sempre perto – criamos enjoo!

Se nos dispersarmos – provocamos medo!

Se formos sempre calmos – ninguém dá por nós nem nos liga!

Se formos condescendentes – podemos provocar abusos!

Se compreendermos – há o deixa correr!

Se desesperarmos – há berros e arrelias!

Se… se… se…

Tantos SSSSSSSSSSS……

é um nunca mais acabar!

Mas tudo bem caldeado

com um pouquinho de amor,

carinho e compreensão,

reanimaremos as forças

da alma e do coração…

e a vida não mais será

um mar de dor e aflição!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Por onde ando


Por onde ando?

Eu circulo
por este mundo
belo
e pleno
de ásperas incertezas,
nas gentilezas
das doces madrugadas,
nas tardes turbulentas,
nas noites maltratadas,
sob um Sol radioso
ou um céu cinzento,
sob a neve que lentamente
cai,
ao sabor do vento
que nos eleva com suavidade
ou com muita força
nos atropela e empurra,
ao som de hinos
e esbeltas melodias
ou de estrondosos ruídos
e inconstantes tropelias.

E assim vou vivendo
ora a rir, ora a chorar,
procurando encontrar
com muito ardor
o caminho
que deverei trilhar
para alegrar
com meu viver
o Criador!

sábado, 19 de março de 2011

MONENTOS DESANIMADOS...

Não sei se morro ou estou viva
E para mim é indiferente
Ando algures, aqui, perdida
Que já nem pareço gente.

Sinto uma tal aflição
Que eu não posso suportar
E a minha maior angústia
É não conseguir chorar.

Que foi que me aconteceu?
Em nada me reconheço
Dos tempos em que fui “eu”
Até disso já me esqueço.

Fui “eu”… ou pensava ser,
E agora é que “eu” sou?!...
Não sei! Queria saber
Mas não sei se saber vou.

Vou andando por aí,
De pé, como toda a gente,
Mas desfeita e baralhada
Tão confusa e acabrunhada
Que em nada me reconheço…
A continuar assim
Senhor, Tu tem dó de mim,
Por Amor, isso Te peço.

2011/03/17 – 12.13h

quarta-feira, 16 de março de 2011

Mentiras.....

Descobrir uma mentira é a maior desilusão do ser humano... mas verificar uma dissimulação é ainda mais difícil, porque é constatar uma mentira assumida e camuflada...

domingo, 13 de março de 2011

O bem e o mal...

O bom e o mau, o bem e o mal, são tão integrantes na vida, que acabamos por concluir e nos questionar que seria do Homem sem as contrariedades e mal-estar da vida, uma vez que, quando tudo corre sempre bem, o homem acaba por ver o mal mesmo onde ele não está.

terça-feira, 1 de março de 2011

CARTA DE AMOR!


Hoje decidi escrever-Te uma Carta de Amor.

Não uma carta qualquer,
mas uma carta escrita
por um coração tremendamente apaixonado,
que Te vê em tudo e em todos
e procura a Tua presença real
em todo o lugar
possível de encontrar-Te,
respirar-Te e transpirar-Te
por todos os poros de todo o meu ser,
visível e invisível.
Humanamente falando,
o amor considerado verdadeiro
já é o céu,
mas o amor que sinto por Ti
é mais do que esse amor
que pode falhar
a toda a hora e momento,
é um AMOR profundo e eterno
porque, iniciado no tempo,
se completará apenas na eternidade.

Eu não sei muito bem o que é o amor,
por isso, não sei mais que escrever-Te.
O amor que hoje se sente,
amanhã estará ultrapassado...

porque o amor não é passivo,
é uma construção permanente
que nem a morte poderá completar,
porque perdurará para além desta vida
e de tudo quanto se possa imaginar.

011/02/14