Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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domingo, 25 de setembro de 2011

«Quem dizem as multidões que Eu sou?»



Das mais diversas formas, tal como outrora, Jesus continua a perguntar aos Seus amigos: «Quem dizem as multidões que Eu sou?»
Mas, actualmente, fingindo-se despreocupadas das coisas que mexem mais profundamente com a sua forma de vida, ao invés de se reunirem nas igrejas as grandes multidões aglomeram-se à volta das estrelas do cinema, da música e do futebol! A esmagadora maioria das pessoas dá mesmo a impressão de viver como se Deus não existisse! São muito poucas as pessoas que se preocupam em saber, profundamente, quem é Jesus Cristo.
Quando se diz que hoje é preciso redescobrir Jesus Cristo, tem-se a certeza de que ELE não é uma simples convicção ou doutrina abstracta, é uma Pessoa real que continua presente na história, pronto a ir renovando, na história, a vida de todos os homens.
O grande desafio que se propõe aos cristãos é encontrar a maneira mais correcta de levar as pessoas a  “redescobrir Jesus Cristo”… o que… sem sombra para dúvidas… passará, irremediavelmente, pela observação cuidada da vida dos cristãos…
A vida e obra de Jesus Cristo teve um tal impacto que sempre foi e continuará a ser uma força que nos atrai e uma luz que nos ilumina por forma a descobrirmos e enveredarmos com entusiasmo pelo verdadeiro caminho que devemos percorrer, o caminho do amor, o único que leva à felicidade!
Jesus Cristo não se diz, vive-se! Mas não se vive de uma forma qualquer! Tem de ser vivido apaixonada e intensivamente, cada um por si mesmo e em relação com os demais.
A vivência da Fé em Jesus Cristo não pode ser um acto isolado, tem de ser uma experiência colectiva que possa ser vista individual e colectivamente.
Por muito que sintamos e vivamos Jesus Cristo, nunca poderemos, por palavras, dizer a ninguém quem ELE é! Serão sempre as nossas obras que o tornarão conhecido, e, consequentemente, mais amado!

Não podemos ser católicos rotineiros que não damos o verdadeiro valor ao que fazemos, nem medrosos e a cumprir preceitos com medo dos castigos de Deus! Quem ama à maneira do Coração de Jesus Cristo tenta ver tudo à maneira dos olhos de Jesus Cristo, e, por osmose, começará também a sentir à maneira de Jesus Cristo. Para as pessoas que já conseguem sentir um pouco à maneira de Jesus, os homens não são totalmente maus, são pessoas que na grande maioria das vezes andam na busca do bem por caminhos tortuosos, ou mesmo errados, mas ainda assim, andam à procura.

Mais do que nunca, os católicos têm um papel importantíssimo para a renovação da humanidade, humanidade que nunca encontrará o verdadeiro caminho com críticas ou sarcasmos, mas com atitudes de carinho, atenção, compreensão e amor, que é o comportamento que Jesus sempre teve e continua a ter com cada um de nós.

Chama-se à “Família” “Igreja Doméstica”! Mas ainda são poucas as famílias que vivem como uma pequenina Igreja!… Lá iremos… devagarinho.
Sabemos que os primeiros cristãos se reunião muitas vezes para a partilha da Palavra e do Pão – a actual Eucaristia ou Missa.

A participação na Eucaristia, um pouco de Céu vivido na terra, é a maior fonte de vida que chama os cristãos à mudança da forma de viver e leva a Igreja à missão.
A participação na Eucaristia, mesa da Palavra e do Pão, é parte integrante da vida cristã e de renovação da mentalidade.
Deixemos Jesus Cristo ser Deus em nós, pois é isso que ELE, constantemente, nos vai pedindo!

2 comentários:

Betty Gaeta disse...

Oi Hermínia,
Há quanto tempo!!! Estava com saudade de vc e saudade de vira aqui.
Seu texto me fez sentir um tanto culpada, pois sou católica, mas faz tempo que não vou à igreja e olhe que ela fica bem pertinho de minha casa.
Estou indo para a Europa em outubro e vou ficar 2 ou 3 dias em Portugal.
Beijos 1000 e uma semana maravilhosa para vc.

WWW.gosto-disto.com

Anónimo disse...

Quem é Jesus?
Como sabe?