Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sou uma bola de fogo...



Sou uma bola de fogo
No espaço, e sem rodar,
Não há luz, calor ou vida
Na Terra p'ra mim tão querida,
Se sair do meu lugar!...

Em qualquer hora do tempo,
Meu trabalho está presente...
De noite, mando a criada,
E de dia, atarefada,
Trabalho constantemente.

Num dia claro e radiante,
Sem nuvens p'ra me esconder,
Podes cegar num instante,
Se me olhares, confiante,
De que me poderás ver.

Põe-me raios circundantes,
Faz-me dentro uma carinha
Nos teus desenhos brilhantes,
Quero ser engraçadinha.

Eu não sou fêmea, sou macho,
Meu calor pode queimar...
Se não tiveres o cuidado,
Que te é recomendado
Para sob mim estar.

Quem sou eu, com tudo isto,
É fácil de adivinhar!...       


Trabalho elaborado faz tempo para uma turma de alunos, entre os 8 e os 10 anos, fixarem aprendizagem

1 comentário:

Anónimo disse...

Hum...
Não é deus de certeza.
O fogo não é bom nem mau... depende do uso que lhe dá.
O Sol tem um periodo de rotação de 25 dias a 36 dias, aproximadamente... por isso roda.

Para o Sol a Terra não é especialmente querida, segue as mesmas leis com Mercúrio, Vénus, Marte...

E com microgeração dinheirinho pode dar.