Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

quarta-feira, 21 de março de 2012

Simplesmente… eu!


Quando o tempo se esvai e o espaço me arrasa os sentidos desmesurados da vida deturpada de misérias e desalinhos, sinto-me, simplesmente, eu! 

Eu, com tudo quanto reconheço em mim e não consigo alterar sem a força descomunal do infinito que me habita a beleza dos momentos felizes que me prendem à existência nesta humanidade crua de sentido de que sou parte integrante mas, nas fraquezas ternurentas dos abraços descontrolados não consigo fazer encontrar o rumo certo na estrada do mundo material em que habitamos todos, como membros inseparáveis uns dos outros, ainda que dessa verdade nos queiramos alhear.

Até quando, na busca interminavelmente indefinida de vida plena continuarei a palmilhar os trilhos aflitivos dos encontros e desencontros comigo mesma e com os demais... chorando ou sorrindo… sem saber muito bem como nem porquê?!...

Não sei!...


Hermínia Nadais

1 comentário:

irene alves disse...

Muito bem escrito minha amiga,
mas o que escreveu eu subscrevo
porque também me sucede.
Desejo que se encontre bem
e tenha um bom fim de semana.
Bj.