Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Não há futuro sem família!


 A Família é um fator de crescimento pessoal e social e de desenvolvimento. 
Qualquer que seja a forma como se regularize, a família é sempre uma comunidade natural, um lugar de encontro relacional, de enriquecimento mútuo e de pacto entre gerações.
Quando fundada no sacramento do Matrimónio realizado na Igreja e em Igreja, pressupõe uma verdadeira e cuidada Fé em Deus por Seu Filho Jesus Cristo, e concede aos esposos graças especiais para o fiel cumprimento dos seus deveres de esposos cristãos, que devem ter em atenção a indissolubilidade matrimonial alimentada por uma constante atenção, compreensão e aconchego um do outro numa caminhada conjunta para Deus, sendo com Ele construtores da Humanidade através de uma generosa e cuidada geração e criação dos filhos e de uma boa integração na comunidade envolvente.
Há toda a urgência em proteger a família. A sociedade moderna tem que dar menos  importância ao individualismo e à descabida diferença relacional entre homens e mulheres, pois essas diferenças cada vez são mais pertença do passado. E o estar em público ou em privado, a pessoa é sempre a mesma, por isso deve mostrar sempre o mesmo comportamento.
É mais do que urgente orientar, proteger e apresentar bons modelos de orientação para a família atual, pois é a partir delas se construirão famílias do futuro!
Proteger a família é garantir aos pais a possibilidade de transmitir aos filhos os seus valores morais e cívicos, de modo a que os jovens possam ser, na realidade, pessoas bem formadas, seres humanos completos como é para desejar.
Mas para isso, é preciso que, logo desde a primeira infância, os pais ou outros educadores tenham a possibilidade de começar a prestar toda a atenção à criança, pois é desde bem novinha que começa a demonstrar os seus querer mais importantes, porque íntimos e sem qualquer ponta de máscara.
A época que atravessamos é muito difícil para a família, pois a baixa de valores salariais ou a total perca de salários ou desemprego, provoca crises na vida e, consequentemente, ameaça o equilíbrio familiar, uma vez que vai afetar os momentos de convivência e de festa que, além do trabalho, devem existir em todas as famílias.
A proteção do trabalho é imperativo, além de dar provimento às despesas familiares perfaz a realização pessoal que é urgente em todas as pessoas e promove o bem-estar em relação que é outra componente imprescindível na pessoa humana, ser social por excelência.
Quando a pessoa é obrigada a privar-se do descanso para colmatar as necessidades familiares, fica privada também da comunhão familiar e da dimensão festiva da família.
Trabalho-descanso-festa são fatores de união e crescimento social e interno da família, por isso, devem ser perseverados. 

Hermínia Nadais

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