Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

"A família – que futuro!..."




A instituição familiar atravessa uma das maiores crises de todos os tempos, o que deveria mudar!...
Se meditarmos um pouco que seja, chegaremos à conclusão de que nada, nem Estado nem Igreja, têm futuro, sem uma grande renovação da família.
Neste ano em que se comemora os 50 anos do Concílio Vaticano II, já é tempo de colocarmos em prática todos os seus ensinamentos.
Tal como as outras vocações consagradas, padres, religiosos e religiosas, hoje, o matrimónio e a família devem ser reconhecidos como uma vocação muito importante. Afinal, se não fossem as famílias, de onde sairiam essas pessoas consagradas?
É na família que acontece a primeira e a mais importante evangelização, pois como reza o velho ditado, “o que o berço só dá a tumba o tira”. Os fiéis cristãos, em vez de terem de seguir contra a corrente da sociedade, deviam ser apoiados por ela, acima de tudo, recebendo todo o apoio possível numa cuidada preparação para o matrimónio.
O Sacramento do Matrimónio é muito importante e valioso e o seu fracasso tem consequências trágicas, pelo que devemos perguntar-nos claramente quais as condições em que se realiza este Sacramento/sinal da presença de Deus.
Na família, Igreja Doméstica, está o verdadeiro fundamento para a aprendizagem da fé, caminho que os filhos devem percorrer com os pais.
As famílias são um lugar privilegiado de evangelização, e como instituição de leigos, são também agentes de evangelização, testemunhando em público a sua vocação de Fiéis Leigos no mundo.
Que este Advento deste Ano da Fé nos ajude a sermos verdadeiras famílias!

Hermínia Nadais

1 comentário:

vieira calado disse...

Olá, amiga, como está?
Venho expressamente desejar a si e aos seus, um Bom Natal!
U

** Há um novo poema de Natal no meu blog