Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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domingo, 30 de dezembro de 2012

A grandeza do Matrimónio Cristão





  Ao olhar os problemas que afligem a Humanidade, que bom seria que todos os corações assumissem em si a presença amorosa de Jesus!...

O matrimónio cristão é baseado na graça que vem do Deus Uno e Trino, uma boa nova para o mundo de hoje.

A união entre o homem e a mulher, inscrita desde as origens na profundidade de ambos os sexos, homem e mulher, é querida por Deus e responde à necessidade vital de família e consequentemente da sociedade.

‘Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só. Façamos-lhe uma companheira semelhante a ele" (Gn 2, 18).’

A pessoa não é nada por si mesma, é interdependente. A degradação da família, embora muito impercetível, é o problema número um da sociedade contemporânea.

A Igreja não pode ficar em silêncio, porque está em jogo a estabilidade da sociedade que ela tanto defende.

É muito urgente fazer uma ‘reflexão cultural mais cuidadosa, para que a família conquiste o centro da política, da economia, da cultura, e uma estratégia mais solícita para defender os seus direitos nos âmbitos nacionais e internacionais’, ‘as inúmeras famílias cristãs que vivem, às vezes heroicamente, a lealdade e o compromisso do casamento e da família. Esta luz extraordinária de amor deve ser colocada sobre o candeeiro, para iluminar e aquecer o nosso mundo, que está tão triste e apagado.’

A família é um campo primordial de evangelização, o que terá de levar a Igreja a olhar com mais cuidado para as famílias feridas, desestruturadas, e tornar-se cada vez mais a família das famílias num movimento recíproco de dar e receber.

Como dizia João Paulo II: "O futuro da evangelização depende em grande parte da Igreja doméstica". Mas para isso a Igreja/Instituição deve viver mais como família de famílias para atrair a si mais pessoas que tanto necessitam de se encontrar verdadeiramente com Cristo e ter a alegria de viver como as primeiras comunidades cristãs, acolhendo com o maior carinho e atenção na comunidade eclesial aqueles que a ela se vão juntando.

Dizemos que a Igreja tem de ser cada vez mais atenta, dinâmica e acolhedora! Deixemos de parte a Hierarquia conquistemos nós todos estes predicados, porque nós é que somos a Igreja!

Bom final de 2012 e Feliz 2013

Hermínia Nadais

1 comentário:

Silenciosamente ouvindo... disse...

Concordo com a amiga
"Nós é que somos a Igreja".
Amiga neste dia em que o 2012 nos
vai deixar e dar lugar ao 2013,
venho desejar-lhe o melhor ano
possível, que pelo menos no
aspecto de saúde seja positivo,
já que sabemos que iremos sofrer
a outros níveis.
Para si eu desejo o mesmo que
para mim.
Um grande beijinho
Irene Alves