Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

domingo, 16 de junho de 2013

Rios de felicidade





Passeavam pelo espaço, embrenhados nos encantos da vida e perdidos na floresta do tempo! Pararam, junto à árvore gigante que sempre os protegia!

Era um final de tarde! Não se via alma viva, e também não havia tempo de procurar estrada ou caminho que os conduzisse a melhor porto.

Então, mergulhados na escuridão da noite privada de luar mas marejada de estrelas sorridentes, cintilantes e belas... montaram a tenda!

Sofregamente, tragaram a dura e amassada sanduíche à mistura com alguns goles de água corrente!

E, abandonados na ternura aconchegante da mãe natureza, repousaram com tranquilidade e em paz... até que o alegre chilrear dos passaritos lhes anunciou um novo amanhecer… no alvorecer de mais um dia onde lhes iriam sorrir, de novo, outros rios de felicidade!...

Hermínia Nadais