Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

segunda-feira, 7 de abril de 2008

MEU GRANDE AMIGO!

Amo-te mais agora quando
tudo parece perdido
na amarga dor de um desencontro
que não sei se algum dia irá desfazer-se.

Não conseguirás nunca
roubar-me das estranhas
a linguagem do teu olhar
nem obrigar o meu coração
a esquecer o calor da tua voz.

A minha mente viverá cada vez mais
de tudo quanto lhe deste
e os meus passos
me levarão à plenitude
que sempre procurei
guiada pela suavidade das tuas mãos.

Que a calma doce do tempo
afague as torturas normais do desenrolar da vida
e que longe ou perto
o “Amor Verdadeiro” nos cumule
de harmonia e paz.

Continuarei a minha luta
trauteando por ti
uma canção de saudade.

Hermínia Nadais

5 comentários:

Bonecas da Filó disse...

Que lindo.Gostava que visse o meu blog de pensamentos e poemas, não tenho colocado lá nada pois não tenho tempo.Então cá vai o link
http://pensamentosfamosos.blogspot.com/
E como gosto muito de animais e eles precisam tanto de nós tambem criei este:
http://defesa-de-animais.blogspot.com/

Com musica clássica que adoro para dar mais beleza.Beijinhos

yaleo disse...

Adorei, lindo simplesmente:)

Victor José disse...

Adorei este poema querida Hermínia. Entrou em mim e senti que me percorreu todas as células do corpo e me acalmou... obrigou-me a recordar algumas situações na vida em que eu também assim o poderia escrever com essa grandeza e serenidade.
Hoje, talvez pudesse complementar este seu poema com um fim diferente: “Continuarei a minha luta, trauteando por ti, uma canção de saudade” NÃO SEI É SE AINDA A GOSTAS DE OUVIR !
Bjinhos

Saramar disse...

Muito bonito este poema, apesar da dor do amor perdido.
Estive lendo um pouco por aqui e gostei demais dos seus versos.

beijos, muito prazer.

Ricardo Tavares disse...

Fantástico.