sábado, 18 de outubro de 2014
sábado, 11 de outubro de 2014
EM FÁTIMA!
O dia está cinzento o céu nublado
viaturas espalhadas por todo o lado
conversas animadas até mais não
cheiro a churrasco e outras iguarias
nesta aldeia ambulante
cheia de tropelias
mas que enche de
ventura
o corpo, a alma e o
coração.
Os sinos tocam apelando à oração
visitantes peregrinos
que afluem em massa
quais meninos
às brincadeiras charmantes
dos pátios da escola...
e por todos os caminhos
de sacola aos ombros
e cadeiras na mão
se dirigem ao Santuário
com a maior e mais convicta devoção!
Que a Mãe de Fátima escute nossa voz
pedindo a Jesus por familiares,
por amigos, por todo o mundo e por nós!
Hermínia Nadais
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Espiritualidade
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Ó SENHOR DOS NAVEGANTES
Sopra o vento sobre as águas
neste recanto encantado
onde existem tantas mágoas
que tudo cheira a magoado.
O mar tirano é matreiro
p’rá gente que nele trabalha
rouba filhos rouba pais
deixa toda a gente aos ais
pois a todos ele baralha.
Ó Senhor dos Navegantes
olha todos os instantes
pelos pobres pescadores
não os deixes naufragar
quando os peixes vão pescar
enche-os com Teus favores!
Caxinas, Outubro 2014
Hermínia Nadais
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Ambiente/vida
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
MANHÃ DE DOMINGO
Sem retiro me sinto retirada
de tudo o que nos dias me aconchega a
vida
algures perdida
com o ruído do mar a encher-me os ouvidos
porque à minha volta não há outros
gemidos!
Agora… pessoas já palram incansavelmente
por entre os tectos brancos das
habitações
brancas e rolantes, grandes… e pequenas
que aqui se juntam às dezenas
espalhadas pelo enorme espaço
que aconchega a todas no amplo regaço.
E com o sol envergonhado
a espreitar
pôr entre as carregadas e escuras
nuvens…
a manhã avança, assim,
branda e calmamente
na paz doce e tranquila
de toda esta gente.
Caxinas, Domingo, 2014/10/05 – 10.52
Hermínia Nadais
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Ambiente/vida
sábado, 4 de outubro de 2014
À BEIRA MAR
O ruído da água
é ensurdecedor,
e a sirene do farol
está sempre a tocar.
O sítio é bonito e acolhedor
com belezas da terra
e encantos do mar.
Ao longo da costa espraiam-se as rochas
por entre a areia que as acaricia
e todos unidos se beijam e abraçam
deixando no ar cheiro a maresia.
Nas altas marés
quais flores desfolhadas
as ondas quebradas
enchem todo o espaço
e entre o mar e a terra
acaba-se a guerra
com grande aconchego
num profundo abraço!
Caxinas 2014/10/03
Hermínia Nadais
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Ambiente/vida




