Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

INSEGURANÇA



Não sei qual o caminho a percorrer
Não sei o que está certo ou errado
Não sei se falar ou estar calada
Não sei se reagir ou estar parada
Não sei se procurar ou esperar
Não sei se olhar ou fechar olhos
Não sei como viver estes meus dias
Não sei como tratar as arrelias
Não sei como aceitar tantos escolhos
Não sei como é possível tanta asneira
Não sei como é que há tanta cegueira
Não sei como encontrar resposta certa
Não sei como passar estes momentos
Não sei como livrar-me dos tormentos
Não sei como se vê querendo não ver
Não sei como é possível entender
Não sei qual a melhor forma de agir
Não sei como consigo ainda sorrir
Não sei como será o meu futuro
Neste meu ser imperfeito e inseguro.

Hermínia Nadais – Carreiro das Pedras, Rôge

3 comentários:

Jacky - Tudo posso realizar!!!! disse...

Insegurança, quem é q nunca se sentiu assim.
vc nos toca com suas palavras escritas.
bjos

Parapeito disse...

...Não sabe! e quem sabe realmente de facto?
Eu tambem não sei...
Gostei de vir até ao seu mundo...***

Janice Adja disse...

Nunca temos certeza de nada.
Devemos é enfrentar o momento sem temer o futuro. Desde que não prejudique outras pessoas.
Beijos1