Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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sábado, 17 de maio de 2008

A MÃE!


A Mãe!
Não tem rosto nem cor
É dedicação
Carinho e amor.

A Mãe!
Mesmo na amargura
Tem seu coração
Cheio de ternura.

A Mãe!
Senhora da vida
Que se auto despreza
Para dar guarida.

A Mãe!
Que sabe escutar
Para compreender
E melhor amar.

A Mãe!
Ser que “não existe”
E na doação
De todo persiste.

A Mãe!
“Está” para proteger
Dar força e coragem
Para o filho(a) crescer.

A Mãe!
Serena ou amargurada
Conforme o viver
De s(e)u(a) filho(a) amado(a).

Porque a Mãe!
Não tem rosto nem cor
É dedicação
Carinho e amor.

2008/05/17 – 15.00h

Hermínia Nadais

4 comentários:

Jacky - Tudo posso realizar!!!! disse...

lindo, lindo, lindo

Bonecas da Filó disse...

Adorei este seu poema, a Herminia tem de escrever um livro!!Tambem tenho um blog de animais http://defesa-de-animais.blogspot.com/
Beijinhos grandes
Ana Lorvão

Hermínia Nadais disse...

�i, Ana! Obrigada pelas visitas e pelas palavras de apre�o. J� editei um livro, penso editar mais, mas ainda n�o est�o agendados para breve. Gosto de vaguear pelo seu blog de animais, � um dos meus favoritos. Bejos, Herm�nia

Linda disse...

Adorei imenso o poema, Hermínia e agradeço a sua passagem pelo meu blog, é sempre um prazer ler os seus comentários!!

Gosto muito da sua escrita e fico muito satisfeita por partilharmos o prazer de escrever.

Muitos beijinhos e continue assim com essa força diariamente