Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Julgar...não!


Nunca julgues nada nem ninguém por algo que te possa parecer, antes de poderes entrar com a razão e o coração, com a maior compreensão e carinho, na mais obscura profundidade do seu ser.

2 comentários:

Mariz disse...

Querida

POis é...mas por vezes damos por nós a fazer julgamentos e... precipitados.
Digo: mea culpa.
Mas ando a corrigir-me sempre que dou por isso...

Tem um presente de Natal para os netos

Beijo amigo
Sempre...
Mariz

Poemas Novos disse...

Genial... perfeito... Porem tão difícil de implementar.