Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

Na frescura dos meus anos, vagueio confiante pela estrada do tempo; escrevo, observo e recordo

domingo, 9 de janeiro de 2011

Fantasias

Quando o coração consegue matar a saudade
que o rói
a alegria preenche a vida
e até o sono se desfaz
na quietude da paz serena do encontro
e dos sorrisos velados
dormindo no fundo do peito.

Uma doçura terna que transborda do ser
voa nas asas do sonho segredando ao vento que
encha de mimo as entranhas do outro coração de oiro sofrido
que foge de si na quietude dolorosa do tempo
riqueza e beleza difíceis de encontrar.

A triste paisagem invernal
transforma as alas da esperança
aconchego e calor
em formosas flores primaveris.


2011/01

3 comentários:

Letícia G. Cruz disse...

Muito lindo seu poema, Feliz 2011, muita saúde e paz!
Abraços

Poemas Novos disse...

Espetacular como sempre... Parabéns!!!

Anónimo disse...

o que eu estava procurando, obrigado