terça-feira, 14 de agosto de 2012

O fenómeno da (e)migração!

 
Hoje, o Santuário de Fátima viveu mais uma peregrinação dedicada ao Emigrante.
A (e)migração existe desde os primórdios da sociedade, desde os tempos mais remotos de que há notícia!
Desde sempre existiram pessoas a abandonar as suas terras para fugir de situações más ou na busca de melhor vida, que têm de ser lembradas nas suas terras de origem com Amor e acolhidas nas terras que as recebem também com compreensão e Amor! 
O fenómeno da (e)migração, para produzir bons frutos, tem de estar enraizado no Amor, que é um desafio à Evangelização ou vivência ao jeito de Jesus Cristo, e será tanto mais quanto maior for a medida em que os cristãos conseguirem marcar a sua diferença em relação aos demais cidadãos, levando nas suas bagagens a Fé verdadeira para a transmitir às pessoas com quem vai conviver, principalmente se forem da Europa, tremendamente doente nos seus princípios e injustiças laborais e sociais.
As injustiças acabarão quando Deus for tudo na vida das pessoas, por se saberem e sentirem amadas por ELE em todos os momentos das suas vidas, oferecidas a Deus sem medo, tal como outrora izeram os pequeninos pastores de Fátima que tão bem nos servem de exemplo de coragem e ligação a Deus e aos homens.
Os Pastorinhos, com toda a fortaleza, viveram intensamente o Amor sem peso nem medida! 
O Amor leva à derrota, à derrota de tudo quanto é mal: inveja, ódio, incompreensões, egoísmos, mentiras, falsos testemunhos, soberba, avareza, impureza... sei lá que mais, são tantas coisas que não dá para enumerar!
Deste modo, poderemos afirmar que o Amor é a síntese do Evangelho de Jesus Cristo, que se revela na responsabilidade que cada pessoa tem com as pessoas  com que se cruze na vida, e que, por isso, leva à derrota de tudo quanto for contra a felicidade e bem-estar dessas mesmas pessoas.
Quando a verdadeiro AMOR comandar todas as vidas, a terra ficará transformada em céu, porque o céu é Deus e Deus é AMOR!
Amemos!

Hermínia Nadais

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Não há futuro sem família!


 A Família é um fator de crescimento pessoal e social e de desenvolvimento. 
Qualquer que seja a forma como se regularize, a família é sempre uma comunidade natural, um lugar de encontro relacional, de enriquecimento mútuo e de pacto entre gerações.
Quando fundada no sacramento do Matrimónio realizado na Igreja e em Igreja, pressupõe uma verdadeira e cuidada Fé em Deus por Seu Filho Jesus Cristo, e concede aos esposos graças especiais para o fiel cumprimento dos seus deveres de esposos cristãos, que devem ter em atenção a indissolubilidade matrimonial alimentada por uma constante atenção, compreensão e aconchego um do outro numa caminhada conjunta para Deus, sendo com Ele construtores da Humanidade através de uma generosa e cuidada geração e criação dos filhos e de uma boa integração na comunidade envolvente.
Há toda a urgência em proteger a família. A sociedade moderna tem que dar menos  importância ao individualismo e à descabida diferença relacional entre homens e mulheres, pois essas diferenças cada vez são mais pertença do passado. E o estar em público ou em privado, a pessoa é sempre a mesma, por isso deve mostrar sempre o mesmo comportamento.
É mais do que urgente orientar, proteger e apresentar bons modelos de orientação para a família atual, pois é a partir delas se construirão famílias do futuro!
Proteger a família é garantir aos pais a possibilidade de transmitir aos filhos os seus valores morais e cívicos, de modo a que os jovens possam ser, na realidade, pessoas bem formadas, seres humanos completos como é para desejar.
Mas para isso, é preciso que, logo desde a primeira infância, os pais ou outros educadores tenham a possibilidade de começar a prestar toda a atenção à criança, pois é desde bem novinha que começa a demonstrar os seus querer mais importantes, porque íntimos e sem qualquer ponta de máscara.
A época que atravessamos é muito difícil para a família, pois a baixa de valores salariais ou a total perca de salários ou desemprego, provoca crises na vida e, consequentemente, ameaça o equilíbrio familiar, uma vez que vai afetar os momentos de convivência e de festa que, além do trabalho, devem existir em todas as famílias.
A proteção do trabalho é imperativo, além de dar provimento às despesas familiares perfaz a realização pessoal que é urgente em todas as pessoas e promove o bem-estar em relação que é outra componente imprescindível na pessoa humana, ser social por excelência.
Quando a pessoa é obrigada a privar-se do descanso para colmatar as necessidades familiares, fica privada também da comunhão familiar e da dimensão festiva da família.
Trabalho-descanso-festa são fatores de união e crescimento social e interno da família, por isso, devem ser perseverados. 

Hermínia Nadais

domingo, 22 de julho de 2012

Urge restaurar a Fé na Família



Antes de nos questionamos sobre os problemas sociais, deveríamos pensar mais na resolução dos problemas familiares, pois é a boa constituição e estabilidade familiar que dá coesão e harmonia à sociedade.
A sociedade tem evoluído muito nos diversos campos da ciência onde tem feito pesquisas e chegado a conclusões maravilhosas que conseguem minorar excepcionalmente o sofrimento e melhorar a qualidade de vida. Para o sucesso alcançado, eles não criaram nada, muito simplesmente têm descoberto e obedecido logicamente às leis da natureza, aumentando o conhecimento e a compreensão e identificando as teorias e leis determinantes da autenticidade das suas descobertas.
Perante tanto avanço científico e tecnológico, que temos feito para ajudar a restaurar a fé, que, ou se inicia na família, ou será muito mais difícil de ser iniciada? Não sei, mas um desenvolvimento não acompanhou minimamente o outro, e o resultado está a ser muito doloroso.
A ciência, normalmente, cura o corpo, mas é preciso aprender a curar o coração, o que só se encontra no plano da crença religiosa. Os homens e mulheres de fé têm mais facilidade de curar o coração magoado e dar nova esperança e certeza a situações em que a mente se encontre transtornada.
Já o Apóstolo Paulo dizia aos Coríntios que somente o homem pode saber de si mesmo. Daí, o termos de rever as nossas atitudes perante o juízo que fazemos dos comportamentos de quem connosco convive.
As pessoas precisam de menos críticas e mais modelos para seguir, precisam de alguém que fale, não com a boca, mas com a vida, com padrões éticos e valores morais cheios de força, amor, espírito de serviço, partilha e responsabilidade, que consigam dar à sociedade estabilidade, compreensão, aceitação e paz.
O desenvolvimento de um caráter sólido, leal, íntegro, altruísta, de respeito mútuo e confiabilidade, o valor da dignidade e amor ao trabalho, do equilíbrio financeiro, da tomada de decisões e da coragem de perseguir ideais educacionais, aprendem-se e enraízam-se na família, acima de tudo, pelo exemplo dos pais.
Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”.
Que tipo de vida estamos a procurar, tantas vezes desviados da lógica de Deus que não tem nada a ver com a nossa? Temos que ter presente que tudo se desenvolveu menos o estudo e meditação do Evangelho ou Boa Nova de Jesus Cristo, o único HOMEM que é exemplo para toda a Humanidade.
Temos que esquecer as fraquezas humanas, pois todos as temos, cada qual do seu jeito, para ouvir os ensinamentos do Mestre, cheguem-nos por quem chegarem.
Nada acontece por acaso. Prestemos atenção a tudo quanto nos rodeia, pois é aí que encontraremos a nossa verdadeira forma de ser e agir, como filhos, pais, cônjuges ou irmãos.
Que Deus nos ajude a fazermos tudo quanto estiver ao nosso alcance pela dignificação da família, a célula que constitui a sociedade que será sempre o que forem as famílias que a 
constituem! 

Hermínia Nadais

sábado, 14 de julho de 2012

Necessidades...

Quando não encontrares forma de poder elogiar uma pessoa, evita falar nela, pois ninguém tem o direito de denegrir a imagem de quem quer que seja.      

Hermínia Nadais                

terça-feira, 10 de julho de 2012

CRESCER NA VIDA!


A vida é bela no alvorecer ternurento dos dias, 
nas torturas amargas das longas arrelias, 
nas manhãs de sol sorridente a espalhar felicidade 
ou na escuridão mais deprimente da mais profunda solidão e orfandade, 
na tortura e amargura, tristeza e saudade, 
porque tudo, nesta vida, é viver, 
e é com tudo que se vai aprendendo a crescer.

A vida é doce no calor abafado dos ais 
e no frio endurecido do “já não posso mais”… 
no aconchego desmesurado do abraço 
e nas torturas dolorosas do cansaço… 
quando tudo corre bem na dor do amor 
ou quando as ásperas incertezas nos enchem de pavor, 
porque, pensando bem para bem ver, 
é com tudo isto que podemos crescer! 

Hermínia Nadais

sexta-feira, 6 de julho de 2012

ESVAZIAR-SE




O homem nunca pode estar vazio, tem de querer ou pensar sempre em alguma coisa! Mas, enquanto não conseguir livrar-se do seu egocentrismo exagerado, tem grande dificuldade em deixar para trás o medo de tudo e de todos, o respeito humano, o orgulho, o ódio, o rancor, o apego exagerado às riquezas e ao dinheiro... pois ainda não descobriu que, esvaziar-se de tudo, é a única forma de ficar completamente livre para ser mais rico porque cheio de vontade de ser e de crescer no Verdadeiro Amor, o único empreendimento capaz de o poder satisfazer mais plenamente.

Hermínia Nadais

segunda-feira, 2 de julho de 2012

VENDAVAL









Não chove, não faz frio nem cai neve, as nuvens não fogem desesperadas nem o vento sopra como louco. Não são estes factores do tempo que fazem as mãos trémulas e as pernas enfraquecidas, os corpos inseguros e os corações deambulantes, são as frases entrecortadas por suspiros escondidos nas asas egoístas das ignominiosas torturas que acompanham tantas vidas sombrias disfarçadas pelas mais sorridentes gargalhadas e boas disposições... que agudizam ainda mais fortemente os sofrimentos atrozes e esmagadores perdidos na calada da noite.


Realmente… olho à minha volta com um pouco de atenção… e reparo que não é preciso que haja mau tempo para que se viva no mais tremendo, estúpido, terrível e enormíssimo vendaval.




Hermínia Nadais

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Ama!


Ama! 
Ama o mundo e tudo quanto contém! 
Ampara-o com as tuas mãos!
Ama!
E não interessa que ames muito ou pouco!
Ama o mais que puderes,
porque nunca te será pedido
mais do que o que tu puderes dar!

Hermínia Nadais

quarta-feira, 20 de junho de 2012

SOMOS MULTIDÃO!




Somos multidão! Normalmente, ninguém pode viver sozinho!
Ninguém pode ser feliz sozinho! Ninguém erra sozinho nem se corrige sozinho!
Ninguém pratica o bem sem ter algo ou alguém com quem o praticar!
A vida é um dom, uma alegria, uma graça!...
Mas… quando falamos em vida, estamos a evocar tudo quanto existe do qual nós, eu,  tu e eles… somos parte integrante!
Quando falamos em vida falamos numa totalidade de pessoas inatingível pela racionalidade da nossa mente humana.
Nós, tu e eu, além de, seres sociais, não prescindirmos dos outros seres humanos, dependemos ainda do Sol, da Lua e das Estrelas, dos Planetas e Cometas, do ar, da água, da escuridão e da luz, do frio e do calor, das árvores e animais – mamíferos, aves, peixes, e até dos répteis, batráquios, insetos e não sei que mais… é assunto de estudos especiais que não consigo nem tenho necessidade de compreender.
E, analisando um pouco mais e melhor,,, não somos somente toda a multidão atual desta época que atravessamos,  somos também a multidão de todas as pessoas de todos os tempos que passaram e daqueles que depois de nós hão-de vir!
A nossa vida de seres sociais que só nos completamos verdadeiramente uns com os outros… e todos com Deus por Jesus Cristo agarrados à CRUZ… é um enormíssimo e incompreensível mistério.
Que consigamos um dia compreendê-lo!

Hermínia Nadais

quarta-feira, 13 de junho de 2012

CRESCER NA VIDA!




A vida é bela no alvorecer ternurento dos dias,
nas torturas amargas das longas arrelias,
nas manhãs de sol sorridente
a espalhar felicidade
ou na escuridão mais deprimente
da mais profunda solidão e orfandade,
na tortura e amargura,
tristeza e saudade,
porque tudo, nesta vida,
é viver, e é com tudo que se vai aprendendo a crescer.

A vida é doce no calor abafado dos ais
e no frio endurecido do “já não posso mais”…
no aconchego desmesurado do abraço
e nas torturas dolorosas do cansaço…
quando tudo corre bem na dor do amor
ou quando as ásperas incertezas nos enchem de pavor,
porque, pensando bem
para bem ver,
é com tudo isto que podemos crescer! 

Hermínia Nadais

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Frente ao mar


Junto ao mar me sento emudecida
Das ondas mansas ouvindo o marulhar
Vendo o Sol dourado ir p’ra outro lugar
Deixando espaço à lua enternecida

A noite avança de cabeça erguida
Com as gaivotas planando sem parar
Cobrindo de brandura este lugar
Que aconchega a noite e refresca a vida

E sonhando com o ardor de um outro dia
Sorvendo os beijos doces das marés
Sinto que a areia chora a solidão

Enquanto o delicado odor da maresia
Me suaviza o corpo da cabeça aos pés
Enchendo de alento a alma e o coração!

Hermínia Nadais 
Praia de Esmoriz, 2012/06/07

domingo, 3 de junho de 2012

Família e Juventude






Hoje, Celebração Litúrgica da Festa da Santíssima Trindade, pela conclusão do VII Encontro Mundial das Famílias, em Milão, e ainda pelo encerramento das Jornadas Diocesanas da Família e Juventude com “Bodas” matrimoniais realizadas na nossa Diocese do Porto, acrescidas de um sem número de celebrações de Profissões de Fé e outras decorridas um pouco por todo o lado, é um dia muito importante para toda a Igreja Católica.
Tocou-me sobretudo a Homilia do nosso Bispo, D. Manuel Clemente, toda ela riquíssima de ensinamentos e vida, o que vou referir sucintamente transcrevendo os pontos mais relevantes: 

“Caríssimos irmãos e irmãs, especialmente vós que celebrais Bodas Matrimoniais este ano:
Dizemo-nos e reconhecemo-nos “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Assim mesmo fomos batizados e assim mesmo somos “cristãos”, ou seja, ungidos pelo Espírito, para nos retribuirmos “com Cristo, por Cristo e em Cristo” a Deus Pai, em Quem todo o poder é amor e vida, em eterna fonte.
Mas, sendo Deus vida partilhada – entre o Pai e o Filho na união do Espírito-, só na partilha se pode conhecer: e não como quem O pensasse em abstrato, mas como quem O reconhece na relação.
A própria natureza das coisas vai nesse sentido. Nascemos da relação dos nossos pais e sempre interdependentes uns dos outros, nas famílias que tivemos e todos devem ter. Por isso hão de ser apoiadas, para que tudo decorra positivamente, devendo a sociedade reconhecer em cada família a melhor escola da sociabilidade, onde aprendemos a viver solidariamente. Tanto assim é que, quando não se garante este primeiríssimo patamar da sociabilidade, em si mesmo insubstituível, os seguintes logo se ressentem negativamente.
Caríssimos irmãos e irmãs, sobretudo vós, os que vos “casastes no Senhor” (cf 1 Cor 7, 39), pela graça própria do sacramento do Matrimónio: Vós reconhecestes e reconheceis pela fé recebida e por experiência própria, que o desígnio divino sobre a família se garante em Cristo, vencedor definitivo de tudo quanto nos divide e separa.
- Que bom, que belo e verdadeiro é estarmos aqui a celebrar Bodas matrimoniais, de dez, vinte e cinco, cinquenta e mais anos! Estou certo e bem certo de que todos nos contaríeis histórias vividas das vitórias da graça de Cristo, que foi mais forte do que as tentações que certamente sofrestes, como sofremos todos, nesta ou naquela aceção.
Caríssimos irmãos e irmãs em Bodas matrimoniais: Vós sois os verdadeiros campeões da vida e os que mais importa reconhecer e louvar! E quando nos apresentam tantos vencedores disto ou daquilo – justamente vencedores, por vezes -, vós, caríssimos casais, vós é que sobretudo ganhais e mereceis o primeiro lugar no pódio!
Num pódio que, aliás, não se desmonta, quando acabam os hinos e se entregam as taças… O vosso pódio é o amor de Deus em vós, e este nunca acabará (1 Cor 13, 8)!” 

E continuou pedindo às famílias para testemunharem permanentemente de forma serena o quanto é possível com Deus e de que o Matrimónio, Sacramento ou sinal de vida com Deus, não está ultrapassado, pois é o garante da vida e do futuro, pois reconhece a necessidade de persistir, perdoar e seguir em frente e em unidade mais amadurecida, como a corrente profunda do mar ou a linha contínua do tempo, que, mesmo com Outonos e Invernos, ruma sempre à Primavera.” 

E prosseguiu que, muito mais do que dizer o valor da Sacramento do Matrimónio, é importante a demonstração real e concreta do que vai sendo dito, e que os presentes podem atestar por experiência própria ganha nas dificuldades vencidas que, sendo impossíveis para os homens, são possíveis a Deus. (Mt 19, 26).” 

 E referiu ainda “que muitos casais não vivem propriamente em matrimónio e que tantos outros não prosseguiram unidos, pelas mais diversas causas” situações que não podemos julgar nem nos considerarmos melhores.

Lembrou a convicção reconhecida de que o matrimónio uno, indissolúvel e fecundo, realizado em entregas totais, definitivas e criativas corresponde bem à alma humana, pois cada pessoa “só se revela no tempo, ao longo dos anos que viver, e desde que acompanhada nesse percurso por outros que igualmente se vão revelando, rumo ao melhor de si próprios, o que acontece do modo mais radical e verdadeiro na preparação e consecução do projeto matrimonial que a Igreja convictamente propõe para ser concluído aos poucos na vida de todos os dias. Para isso “é fundamental que em cada comunidade a preparação para o matrimónio seja feita a longo prazo, a partir duma catequese que forme para a vida partilhada, com Deus e com os outros, o sentido do serviço e a felicidade do bem querer e do bem fazer; e isto mesmo com a cooperação dos pais e das famílias, que igualmente sigam o caminho de Cristo e da sua entrega por todos. Depois, ao longo da vida matrimonial, que importantes são encontros e movimentos de casais e famílias, que mantenham viva a chama cristã em tudo quanto se faça e prossiga nesses âmbitos essenciais.
Queridos irmãos e irmãs: celebrar a Santíssima Trindade é louvar a Deus uno e trino, ou seja uno no amor que em Si mesmo compartilha. A vida é aprendizagem de Deus, nosso princípio e destinação eterna. A vida do casal e da família é para isso a melhor escola, imprescindível portanto. - Graças a Deus por vós e pelas vossas Bodas que n’Ele mesmo celebrais! A Igreja e a sociedade esperam muito e quase tudo do presente e do futuro da família cristã.”

Estratos da Homilia da Eucaristia conclusiva das Jornadas Diocesanas Família e Juventude no Porto, por D. Manuel Clemente, em 3 de Junho de 2012

Hermínia Nadais