domingo, 11 de julho de 2010

Eu… e a selva!


Na ânsia de viver... vou rodando pela estrada do tempo! Para sossegar a saudade aconchegante dos braços fortes do pai... do carinho e ternura da mãe... das carícias ternas das mãos... do alinho doce dos meus cabelos finos e escorridos… e fugir ao stress arrasante da vida apetece-me andar de marcha à ré… … mas não posso!
O meu corpo, cansado, não segura o doido “veículo” que é ele mesmo… que acaba por embater fortemente no rochedo da insatisfação e por deslizar na encosta da inquietude e desespero.
Aterrado... o meu olhar exausto, como por encanto, por entre o arvoredo da floresta recai sobre um sem número de animais que, pachorrentos e estupefactos, me fixam calma e atentamente.
Num relance... o meu coração bate apressado e descompassado lembrando o desatino de alguns homens e deleitando-se com o poder permanecer ali... sorvendo a doçura inconsciente daqueles bichinhos inofensivos.
Realmente… a sensatez da selva... envergonha a humanidade!...

sábado, 10 de julho de 2010

Desertos!...



São tantos os afazeres, os problemas, as amarguras e sofrimentos de quem me rodeia e que se fundem com os meus, que me sinto embaralhada e sem saber por onde enveredar. Não admira nada que TU, meu amigo de todos os segundos, no meio de tudo… e a ver tudo muito melhor do que eu… fugisses tantas vezes para o deserto… do mundo… pois fugir para o deserto silencioso é a única forma de nos encontrarmos com o oásis da vida, que buscamos ansiosos na confusão do mundo, inutilmente.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Convite!



Hoje, nesta manhã, senti mais profundamente a voz de Alguém, assim, muito delicadamente, e eu resolvi partilhar!


Minha querida filha!

Ainda tu não tinhas sido formada no seio de tua mãe e Eu já pensava em ti, já te amava com todas as minhas imensas forças!
Acompanhei-te durante toda a tua vida, sentindo todas as tuas alegrias e tristezas, alegrei-me quando te vi alegre e fiquei triste quando te senti infeliz.
Há muito que penso em ti, em chamar-te para o meu serviço, em pedir-te para gostares muito de ti… mas sem exageros pois se te amares exageradamente a ti mesmo ficas egoísta e isso não é bom, pois impede-te de Me amares a Mim e às pessoas com quem convives como a mim, por Meu amor.
Esperei ansiosamente que chegasse o momento de te fazer ouvir a minha mensagem!
O momento chegou! Hoje resolvi, assim, convidar-te ao amor! Convidar-te a amar… amar sempre…
Eu sei que é muito difícil… mas Eu prometo estar sempre contigo, ao teu lado, em todos os momentos da tua vida, principalmente nos que te forem mais dolorosos, para te ajudar nas tuas fraquezas e preocupações!
Não desanimes! Ama! Ama sempre, porque, amando… poderás fazer tudo quanto quiseres!

Deste que quer que O reconheças como tua inseparável companhia… que sempre te amou… sempre te ama e se te entrega em todos os teus momentos sem peso nem medida… Deste que sempre te amará, como tu fores… e faças tu o que fizeres…

Jesus

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Encontrei-me...


Encontrei-me... buscando no silêncio do nada a energia capaz de prosseguir a escalada do dia. Agora, posso regressar ao meu desterro.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Deleite


Depois de um período de dolorosa pressão, inunda-me uma réstia de ar fresco. Na paz tranquila do deleite suspiro a continuação da calmaria.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Confusão...


“Ódio e amor caminham lado a lado. Dentro de cada homem travam uma luta constante”.
Que realidade incompreensível???!!!...
João, decide experimentar a confusão!
Odeia a injustiça social... e distribui os bens supérfluos e úteis aos outros; odeia a preguiça... e ganha mais dinheiro; odeia a ignorância... e estuda mais, documenta-se, abre caminho ao saber; odeia a calúnia, a insensatez, a indignidade, a indiferença, a pobreza material e humana, o próprio ódio... e intensifica o amor.
Passado algum tempo... pára, pensa, exclama:
- Valeu a pena! Sinto-me mais homem, mais pessoa, mais realizado e feliz. Afinal... esta confusão... é imprescindível à vida!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cruzar dois mundos


Cruzar dois mundos
é viver na cruz.
Casar dois mundos
é viver na dor.
Descobrir de dois mundos
o que em cada mundo
pode ser cruzado
é o trabalho mais difícil
que alguma vez
pode ser efectuado.
E quando num dos mundos
não há sinceridade
o outro mundo
esbarra na maldade
arrasante da ilusão
que faz em cada dia
partir em pedaços
a alma e o coração.

PERDOAR… SEMPRE!

  Esta é a ordem que o Senhor Jesus nos deu, e vai dando das mais variadas formas em todos os momentos dos dias! E é esta a forma como Jes...