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quinta-feira, 24 de setembro de 2026

OLHAR… COMO???

 

Eu… sinceramente… não sei!

Olhar para ver, tem as mais diversificadas formas!

E por mais que me esforce… perante tantos mistérios com que vou convivendo em todos os segundos dos dias… e em que tantas vezes me sinto aldrabada, confusa, baralhada… não sei muito bem como olhar!

Faz tempo que tento interiorizar muito bem os acontecimentos, as palavras, os gestos, os olhares, o tipo de voz… para conseguir vislumbrar sempre algo de bom em tudo o que, à minha volta, for acontecendo! É uma forma de realçar o bem e desprezar o mal, fruto da nossa imensa fragilidade!

Esta maneira de viver pode parecer descabida… mas não é!

Depois que consegui acionar este jeito de ser nas minhas atitudes diárias, mesmo por entre asneiras desmesuradas, encontro algo de bom, ao que me agarro, para olhar as pessoas pelo lado bom… e desprezar o mau!

Se pensarmos um pouquinho… há situações… e situações! Claro que há! E temos de aprender a distingui-las!

Mas… há muitas atitudes maravilhosas nas pessoas, nos concelhos, nas paróquias, nos movimentos mais variados, nos governantes dos mais diversos países!

Se aprendermos a ver tudo pelo lado bom, veremos que o bem existe, e a Humanidade não está tão mal como muita gente diz!

Se… pelo contrário… continuarmos a ver, a dar prioridade ao mal… tudo nos parecerá mau!

Esforcemo-nos seriamente por aprender a melhor forma de olhar, pois, se valorizarmos o bem… as pessoas, na realidade, tornar-se-ão melhores e no Mundo haverá mais Amor, União, Fraternidade e Paz!

Hermínia Nadais


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

DESENVOLVIMENTO HUMANO!

 

Nós… a vida… e o mundo… somos mistérios insondáveis!

Não sei se o mundo se abre para os seres, se os seres se abrem para o mundo. As duas situações, em simultâneo, acontecem tão naturalmente que nem sequer delas nos apercebemos.

Para conseguirmos uma ideia do que poderá ter sido o nosso aparecimento e integração no mundo, seria bom que nos pudéssemos imaginar um bebé acabado de ser concebido.

Parece descabida esta afirmação! Na realidade, não há memória de alguém se lembrar de alguma coisa que se tenha passado consigo durante a vida intrauterina. Mas, na atualidade, estudos muito aturados e acompanhados de investigações seguras provam que as vivências no seio materno têm influência no comportamento dos recém-nascidos, e, em boa parte, podem mesmo determinar a sua forma de ser na vida futura.

Há fatores determinantes que podem transmitir-se geneticamente: cor dos olhos, da pele, do cabelo, tom de voz, sinais da pele... tipo de sangue!...

É muito corrente falarmos em doenças transmissíveis! Quando os bebés apresentam certas maneiras de ser, as expressões, “tal pai tal filho...” “tal avô tal neto...”  “tal mãe tal filha...” saem-nos logo da boca! E se se trata de calma ou nervosismo... as semelhanças têm tendência a verem-se ainda mais acentuadas.

É um facto incontestável que os descendentes tenham algo dos seus progenitores, incompreensível seria se assim não fosse. Mas, muita fita tem sido gravada, muita tinta, papel e tempo têm sido gastos no estudo do desenvolvimento dos seres humanos, e há sempre coisas constatadas que nos surpreendem.

As semelhanças físicas, imutáveis, podem aparecer até depois de quatro ou cinco gerações! Os traços fundamentais do psiquismo podem ser trabalhados para comporem melhor o jeito de ser e estar da pessoa em causa, mas também não mudam por completo.

No desenvolvimento Humano, a caminhada feita já é muito grande, mas há sempre muito a aprender e a fazer!  Vamos pensando, interiorizando, partilhando o que pudermos e soubermos, está bem?

Hermínia Nadais

ENCAMINHANDO… A VIDA!

  ENCAMINHANDO… A VIDA! Encaminhar a vida… é ir descobrindo caminho… e mudando, aos poucos, a maneira de ser e de viver, de estar e compre...