Uma brisa suave
balança a cortina
na janela aberta da cozinha,
sacode a roupa da corda
e agita o vimeiro
do fundo do quintal
da minha filha…
As chaminés da Póvoa
deixam escapar o fumo
que se esvai sobre os telhados vermelhos
ao encontro do verde escuro
dos pinhais…
O céu está cinzento
na calma penumbra da tarde…
Os pássaros chilreiam alegremente
junto à janela…
O pálido sol
que baixa no horizonte
faz brilhar docemente
as luzes
que se vão acendendo
nas bermas das estradas e caminhos…
Que linda, suave e doce
é a minha aldeia
vista deste canto
da mesa da minha cozinha!...
Áh! Querida aldeia!...
Quanta paz
que me dás!...
Hermínia Nadais
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
A minha aldeia
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2 comentários:
adorei o poema...estive lá agora, nessa paz!
bom resto de semana
um sorriso :)
Que paz!
Beijos!
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